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domingo, 29 de maio de 2016

Coleção Fofuxos!


Os personagens das histórias clássicas, confeccionados em feltro, com um toque de fofura, se tornaram os Fofuxos!

Príncipe e Rapunzel

João, Maria e Príncipe.

João e Maria.

Príncipe.

Rapunzel.


João.



segunda-feira, 23 de maio de 2016

Atividade com Alfabeto Móvel

A atividade com o alfabeto móvel é indicada para a reflexão fonológica das crianças, proporcionando a possibilidade de participar de interações orais, compreendendo que palavras diferentes compartilham certas letras e variam quanto ao número, repertório e ordem de letras.  As crianças começam a identificar semelhanças sonoras em sílabas e em rimas. Também conseguem perceber que as vogais estão presentes em todas as sílabas e dominar as correspondências entre letras ou grupos de letras e seu valor sonoro, de modo a compreender palavras.

Assista o vídeo Como fazer o Alfabeto Móvel.


Alfabeto para imprimir:



Cartelas que podem ser usadas na atividade com alfabeto móvel:












Para acessar arquivos em pdf clique aqui.

domingo, 22 de maio de 2016

Resumo da Disciplina Psicolinguística

Psicolinguística é composta pelos domínios de aquisição da fala e compreensão da linguagem, de percepção da fala, de produção oral e escrita, de leitura, de distúrbios da linguagem e de linguagem e pensamento. O desenvolvimento da Psicolinguística ocorreu a partir dos anos 1950, fundando-se sobre a fusão de duas outras disciplinas, a Linguística e a Psicologia. Apesar da Psicolinguística constituir-se a partir da Psicologia e da Linguística, possui características próprias.

Linguagem: Capacidade dos seres humanos de se comunicar por signos; precisa ser apreendida em forma de uma língua que se manifesta por atos de fala; serve para informar; é uma forma de ação.

Série de sistemas fisiológicos especializados que possibilitam a atividade verbal nos seres humanos.

Não é novidade que o cérebro humano possui uma estrutura muito complexa que é dividida em duas grandes regiões — o hemisfério esquerdo e o hemisfério direito — que se especializam em habilidades diferentes.
As evidências de lateralização da linguagem provêm de estudos de pacientes com afasia, de testagem de avaliação para neurocirurgia e da observação por meio de tecnologia de imagem e da ativação cerebral.
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Uma das funções da Psicolinguística é compreender e explicar como as crianças aprendem a falar e a entender a língua, sendo esse um fenômeno muito complexo.

As teorias de aquisição da língua materna
Behaviorismo: (em inglês: Behaviorism, de behavior = comportamento, conduta), também designado de comportamentalismo, ou às vezes comportamentismo, é o conjunto das teorias psicológicas que postulam o comportamento como o mais adequado, objeto de estudo da Psicologia.
Inatismo na teoria gerativa, hipótese segundo a qual a estrutura da linguagem estaria inscrita no código genético da natureza humana e seria ativada pelo meio após o nascimento do homem.
Interacionismo: é a interação entre o indivíduo e a cultura, onde, para Vygotsky, é fundamental que o indivíduo se insira em determinado meio cultural para que aconteçam mudanças no seu desenvolvimento.

Fases de desenvolvimento da linguagem da criança

Crianças em poucos anos alcançam o domínio de sua língua materna e a Psicolinguística busca compreender e explicar como as crianças aprendem a falar e a entender a linguagem.
Primeiras semanas de vida: Nesse momento o choro e outros sons que a criança emite não são intencionais, são condicionados fisiologicamente.
Dois a quatro meses: É quando a criança começa a produzir outros sons que exigem mais do aparelho fonador, distingue sons vocálicos e consonantais e associa a voz de sua mãe com sensações agradáveis.
Quatro a sete meses: É a fase do balbucio (vital para o desenvolvimento da fala; treino fonético) e das primeiras séries de sílabas (facilidade articulatória das combinações iguais em todas as línguas: pa-pa, ma-ma, ba-ba, da-da). E, também, de responder com balbucio à voz de um adulto (início do envolvimento com a comunicação verbal).
Doze e dezoito meses: Nesse período muitas crianças proferem claramente palavras conhecidas e utilizam palavras-frases ou holófrases — em que as palavras podem referir-se a mais de um objeto ou indivíduo, como au-au que pode significar: um cachorro; outro bicho; tenho medo desse cachorro; vem aqui, cachorro.
Dezoito e vinte e quatro meses: Fala telegráfica, em que o desenvolvimento da linguagem não se restringe à aquisição da estrutura da língua. É quando as crianças aprendem que a linguagem permite lidar com diferentes tipos de pessoas em diversas situações.
Dez e doze anos: Em condições normais, nos sentidos biológico e social, é o período em que a aquisição da linguagem se completa.
Treze e quatorze anos: Considerado o período crítico, que limita a possibilidade de surgimento e desenvolvimento da linguagem. Nessa fase o processo de aquisição da língua materna se dá de acordo com estágios diferenciados, pelos quais passam todas as crianças.

Os traços próprios do manhês são: a pronúncia mais cuidada, o timbre elevado, a entonação exagerada e o ritmo mais lento que o habitual — com pausas mais longas e numerosas —, a enunciação repetida três vezes e de forma mais breve que o habitual, o menor número de sentenças subordinadas e sem verbo.
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As dificuldades na aquisição de linguagem referem-se às alterações no processo de desenvolvimento da expressão e recepção verbal e/ou escrita.
Quando o aluno apresenta alguns problemas — de ordem social, individual e dialetal— na aquisição da linguagem escrita pode, consequentemente, apresentar dificuldades no domínio da leitura também.
É importante saber que o processo de aquisição da linguagem envolve o desenvolvimento de quatro sistemas interdependentes:
O pragmático, que se refere ao uso comunicativo da linguagem em um contexto social.
O fonológico, envolvendo a percepção e a produção de sons para formar palavras.
O semântico, respeitando as palavras e seu significado.
O gramatical, compreendendo as regras sintáticas e morfológicas para combinar palavras em frases compreensíveis (SCHIRMER et al. 2004).

Esquizofrenia: O termo esquizofrenia significa "mente dividida", pois o indivíduo nega a realidade para entrar na fantasia, desconsiderando evidências dos seus sentidos e substituindo a realidade por falsas percepções ou alucinações que expressam enganos ou crenças falsas.

Afasias: É uma lesão na região da divisão superior da artéria cerebral média do hemisfério esquerdo que resulta sistematicamente em deficiências na produção linguística. Por exemplo, traumatismos causados na área de Broca produzem desordens da produção (fala entrecortada, articulações defeituosas), enquanto os traumatismos ocorridos no lóbulo temporal (lateral), conhecido como área de Wenicke, originam desordens da percepção e a incapacidade para entender a linguagem oral ou escrita.

Dislexia superficial: São pessoas que leem qualquer palavra desde que se ajuste às regras grafema-fonema; mas não conseguem distinguir homófono, como sexta e cesta.

Dislexia fonológica: São pessoas que apresentam dificuldades para ler palavras infrequentes e pseudopalavras e cometem erros visuais que os obrigam a substituir a palavra escrita por outra visualmente semelhante e usada com maior frequência, como conceito substituída por conselho.

Dislexia profunda: São pessoas que são incapazes de ler pseudopalavras, como consequência da destruição da via fonológica, e produzem erros semânticos (de significado), por exemplo, ler capitão, onde está escrito coronel.
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A escrita surgiu por volta de 5.000 anos atrás, com a escrita pictográfica, ou seja, por meio de imagens. A partir desses pictogramas ocorreu o surgimento dos logogramas, resultando no aparecimento de estilos diferentes em cada escrita.
A fala e a escrita são modos opostos de comunicação, mas modalidades complementares.
O processo de aquisição da escrita é explicado por diferentes paradigmas, entre eles o behaviorista, o cognitivista e o sociocultural; enquanto a leitura, possui diferentes modelos como o ascendente, o descendente e o interativo.

Behaviorista: A teoria behaviorista da linguagem parte do pressuposto de que o processo de aprendizagem consiste numa cadeia de estímulo-resposta-reforço. O ambiente fornece os estímulos - neste caso, estímulos linguísticos - e a criança fornece as repostas - tanto pela compreensão como pela produção linguística. A criança, por esta teoria, durante o processo de aquisição linguística, é recompensada ou reforçada na sua produção pelos adultos que a rodeiam.
Cognitivista: Aborda a linguagem a partir da relação da experiência humana com o mundo, concebendo a linguagem não como uma entidade autônoma, mas como “manifestações de capacidades cognitivas gerais, da organização conceptual, de princípios de categorização, de mecanismos de processamento e da experiência cultural, social e individual”.
Sociocultural: A linguagem corrente corresponde à norma, ou seja, é o nível de língua mais acessível e usado. Apresenta uma linguagem simples, fazendo uso de palavras, expressões e construções mais usuais de uma língua.

Ascendente: Guia a compreensão sem experiências e expetativas do leitor, junta as letras até produzir o sentido da frase, as letras são transformadas em sons e dão origem aos métodos Sintáticos, favorecendo a decifração.
Descendente: Prevê o significado do texto e questiona sobre o texto com base no seu conhecimento. Aprende-se a ler, lendo. É uma leitura visual, na qual se reconhece as palavras sem passar pela correspondência grafo/fonológica. Estes modelos dão origem aos métodos Analíticos Globais.
Interativo: São modelos em constante interação com os dois modelos anteriores. Neste modelo verifica-se claramente que a Leitura é um processo que requer a interação de muitas fontes de conhecimento. É uma fonte intermédia, Organiza a informação em função de conhecimentos prévios e dá origem aos métodos Semi-Globais ou Analítico- Sintéticos. É um modelo funcional com bons leitores, não em fases iniciais de aprendizagem da leitura.

A leitura e escrita são indispensáveis no mundo em que vivemos, em que há grande demanda por competências de comunicação em diferentes níveis. Assim, a apropriação desses conhecimentos, de como se processam a escrita e a leitura, podem constituir ferramentas mais amplas para o ensino de língua materna.
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Entre as décadas de 1940 e 1970, o behaviorismo teve grande influência no ensino de segundas línguas. Nesse período utilizava-se muito a metodologia áudio lingual, em que as atividades enfatizavam a repetição e a memorização, pois acreditava-se que ao estudar uma segunda língua, as pessoas partiriam dos hábitos formados na primeira língua e estes interfeririam nos novos hábitos necessários para as segundas línguas.

Hipótese da Aquisição/Aprendizagem: A aquisição se dá em um ambiente natural, sem o estudo consciente do sistema linguístico e a aprendizagem acontece em ambiente escolar, com o estudo consciente das regras da língua.
Hipótese do Monitor: O que foi aprendido pode atuar como monitor para o aprimoramento do uso da língua, já aquilo que foi adquirido vai promover a fluência.
Hipótese da Ordem Natural: A aquisição se dá em uma sequência regular, parecida com a ordem de aquisição da L1.
Hipótese do Insumo: Parte da ideia de que a aquisição só acontece quando o aprendiz recebe insumo (input) compreensível, o que Krashen chama de i+1 (entende-se um insumo ou mensagem compreensível acrescido de alguma informação nova).
Hipótese do Filtro Afetivo: Situações extralinguísticas, como ansiedade e motivação, se negativas, podem criar um filtro, impedindo a aquisição da linguagem.
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As estratégias de aprendizagem, além de incentivar o desenvolvimento da responsabilidade do aprendiz por sua aprendizagem, o ensino das estratégias promove uma aprendizagem eficiente, aumenta a motivação dos alunos e a quantidade de tempo que eles passam utilizando o idioma.

Oxford caracteriza as estratégias de aprendizagem como instrumentos que permitem um melhor autodirecionamento ao estudante, uma vez que são geralmente usadas para resolver um problema para ser solucionado e são centradas no “como fazer” e não “o que fazer”.
A categorizações das estratégias de aprendizagem de idiomas de Oxford (1990) divide as estratégias em duas classes principais, diretas e indiretas.
Diretas: aquelas envolvidas diretamente no aprendizado da língua. Memória, Cognitivas e Compensação.
Indiretas: aquelas que ajudam a levar em frente o processo de aprendizagem. Metacognitivas, as Afetivas e Sociais.
            Diretas
Memória: Criar conexões mentais; Aplicar imagens e sons; Revisar bem; Empregar a ação.
Estratégias cognitivas: Praticar; Receber e enviar; Analisar e raciocinar; Criar uma estrutura para material de entrada e de saída.
Estratégias de compensação: Adivinhar com inteligência; Vencer limitações ao falar e ao escrever.
            Indiretas
Metacognitivas: Focar a aprendizagem; Organizar e planejar a aprendizagem própria; Avaliar a aprendizagem própria.
Afetivas: Diminuir a ansiedade; Estimular a si próprio; Avaliar a aprendizagem.

Sociais: Fazer perguntas; Cooperar e simpatizar com os demais.
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Referências


GODOY, E.; DIAS, L. S. Psicolinguística em foco: linguagem – aquisição e aprendizagem. Curtitiba: InterSaberes, 2014.


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Elaborado por Anielle Botto

Resumo da Disciplina Prática Profissional: Linguística Aplicada


A Linguística Aplicada (LA), não se limita aos estudos da linguagem, mas ultrapassa as zonas fronteiriças de diferentes disciplinas.
Inicialmente entendida como um apêndice da Linguística, a LA nasceu como uma disciplina voltada para os estudos sobre o ensino de língua estrangeira e hoje se configura como uma área imensamente produtiva, responsável pela emergência de uma série de novos campos de investigação transdisciplinar, de novas formas de pesquisa e de novos olhares sobre o que é ciência. Diante do reconhecimento da importância da LA, hoje há no país muitos programas de pós-graduação que focalizam seus estudos nessa área, além do grande interesse em incluir a disciplina LA nos cursos de graduação.
A partir das investigações de Ferdinad de Saussure que houve uma sistematização dos estudos da linguagem humana, motivo pelo qual esse pesquisador é tido como precursor da Linguística.
Então, a partir dos estudos de Saussure, cuja corrente linguística é denominada Estruturalismo, a Linguística passou a ser considerada ciência. Outros grandes nomes juntaram-se ao de Saussure e se preocuparam sobre os estudos linguísticos, tais como Noam Chomsky, precursor do Gerativismo e Jakobson, no Funcionalismo.
Saussure estudou a linguagem por meio de dicotomias, ou seja, de conceitos a partir de duas partes, não necessariamente contrárias, porém, distintas, conhecidas como as dicotomias saussureanas: a língua, em relação à fala; o significado em relação ao significante (o signo linguístico e sua arbitrariedade); a sincronia em relação à diacronia; e o paradigma em relação ao sintagma. Vale ressaltar que, para o estruturalismo, a linguagem era vista de fora para dentro, ou seja, considerava-se a influência do fator externo.

Dicotomias Saussureanas
Sincronia e Diacronia
Sincronia: análise linguística em relação ao um ponto específico. Diacronia: análise linguística em relação a fatos históricos.
Língua e Fala
Língua: coletiva, social e sistemática. Fala: particular e assistemático.
Significante e Significado
Significado: ideia que a imagem acústica representa. Significante: imagem acústica do som.
Paradigma e Sintagma
Paradigma: é pelo eixo paradigmático que escolhemos as palavras que serão usadas. Sintagma: estabelece uma ordem, com base nas relações da língua. É o sintagma que mostra o que devemos dizer.

Chomsky, expoente do Gerativismo, por sua vez, diferentemente de Saussure, via a língua como algo inerente ao ser humano, ou seja, a língua era inata, e já se nascia com o que denominava “Faculdade da Linguagem”. Para tal pesquisador, a linguagem tem dois princípios: a competência, que seria o conhecimento inato que todos possuímos e o desempenho, que seria o uso de tal conhecimento. Já os Funcionalistas abordam a função da linguagem, e as variadas formas que podemos usar para realizar tal função. Por exemplo: “olá”, “oi”, “como vai?” “Tudo bem?” “Beleza?” – são exemplos de diferentes formas que podem ser usadas para a função de cumprimentar.
Após o Estruturalismo, surgiram correntes linguísticas consolidadas por Chomsky, Jakobson e Bakhtin, que contribuíram muito para o estudo da linguagem. 
Em relação às contribuições linguísticas de Noam Chomsky: acredita que a linguagem é inata; Divide a gramatica em três componentes, central, interpretativo semântico e interpretativo fonológico.
Em relação às contribuições linguísticas de Mikhail Bakhtin: criou o conceito de dialogismo; diz que a língua é análise das manifestações do ato da fala e acredita que a língua é um fenômeno social, histórico e ideológico.
Em relação às contribuições linguísticas de Romam Jakobson: acredita que a sincronia é dinâmica; sua teoria é baseada nas funções da linguagem; segundo ele a função poética é centrada na própria mensagem.
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A linguagem, segundo o Interacionismo, é um lugar de interação e de interlocução. Baseadas nas concepções dos estudos de Vygotsky, é permitido visualizar uma relação dinâmica e constitutiva entre o sujeito e a linguagem, bem como voltar a atenção para os sujeitos e suas histórias individuais de relação com a linguagem.
No Interacionismo, a linguística passa a estudar a língua como forma de interação e busca da importância do usuário na sua relação de interlocução com o outro (sua intenção e reconhecimento dessa intenção pelo ouvinte).
Dentro da abordagem interacionista da linguagem, é importante destacarmos a abordagem sócio interacionista. Essa teoria mostra que a linguagem tem uma função central no desenvolvimento cognitivo e, com a aquisição da linguagem, modificam-se todos os processos mentais. A linguagem torna-se, assim, fator de interação social.
A linguística deve estudar o fenômeno da interação verbal, afinal a língua não é só um signo linguístico, pois envolve os falantes que expressam ideias, pensamentos e intenções em diversos contextos sociais. Sendo assim, a língua é ação, trabalho coletivo dos falantes.
Na concepção interacionista da linguagem, usuários são sujeitos ativos, fazendo parte da construção do discurso. Portanto, um texto é construído na atividade interativa da língua.

Teorias da aprendizagem na Linguística:
Inatismo: assume que o aprendizado da linguagem independe da cognição e de outras formas de aprendizado.
Empirismo: conhecimento, inclusive o linguístico, provém unicamente da experiência.
Interacionismo: desenvolvimento da linguagem e do pensamento tem origens sociais externas, nas trocas comunicativas entre crianças e adultos.

Semiótica é a ciência que estuda todas as formas do homem se comunicar, abrangendo as formas verbais e não verbais.
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A escola atual deve considerar as diferenças linguísticas dos estudantes, personagens ativos no processo de ensino e aprendizagem.
Em relação à seleção de material didático, além dos conteúdos voltados aos diferentes gêneros textuais com abordagens referentes a aspectos morfológicos, sintáticos e semânticos, espera-se que o livro contemple outros pontos, tais como compreensão do processo textual, diferentes registros, desenvolvimento de identidade cultural, entre outros. Importante, também, é a abordagem interdisciplinar de temas considerados transversais, como, por exemplo, a ética, o meio ambiente, a pluralidade cultural, a saúde, a orientação sexual, o trabalho e o consumo.
A seleção do material didático é um importante meio pelo qual o docente pode desenvolver suas ferramentas de ensino, englobando diferentes tipos de atividades para o desenvolvimento da interação comunicativa do aluno.
O material também deve apresentar conteúdos que estimulem as ideias, sendo um importante recurso para uma aprendizagem direcionada.
Enfim, o livro didático deve ter conteúdos voltados aos diferentes gêneros textuais. Abordagens referentes a aspectos morfológicos, sintáticos e semântica, unidos à compreensão do processo textual. Conteúdo interdisciplinar de temas considerados transversais, como, por exemplo, a ética, o meio ambiente, a pluralidade cultural, a saúde, a orientação sexual, o trabalho e o consumo. Deve distribuir adequadamente os itens gramaticais segundo níveis compatíveis de competência linguística e compatibilizá-los com as necessidades dos alunos. Conteúdos temáticos diversificados, de interesse genuíno para os aprendizes, abordados numa perspectiva intercultural, ou seja, grupos são representados e/ou problematizados com referência a gênero, etnia, classe social, profissão, faixa etária, deficiências, etc.
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Referências

BRASIL. Secretaria de Educação Fundamental.  Parâmetros Curriculares Nacionais: Língua Portuguesa.  Brasília: MEC/SEF, 1997.  V.2.

BRASIL. Secretaria de Educação Fundamental.  Parâmetros Curriculares Nacionais: Língua Portuguesa.  Brasília: MEC/SEF, 1997.  V. 10.1.

FIORIN, J. L. Linguística? O que é isso?. São Paulo: Contexto, 2013

SOUZA, A. R.P.; BATISTA, F. A.; e MÉLO, F. M. Teorias Linguísticas III. Campina Grande: EDUEPB, 2012.


Para acessar o arquivo em pdf clique aqui.



Elaborado por Anielle Botto

quarta-feira, 18 de maio de 2016

Vídeo Casa Peppa Pig


Novo vídeo, mostrando como fazer a casa da Peppa Pig.
Participação do meu ajudante menor Arthur! Está bem engraçadinho!
Se gostou compartilhe essa ideia de reutilização de papelão!

Abraços a todos...

segunda-feira, 16 de maio de 2016

CASA DA PERSONAGEM PEPPA PIG


As caixas de papelão são muito versáteis e fáceis de trabalhar, permitindo que sejam aproveitadas para a produção de muitos objetos por meio da reciclagem. Mesmo que não se tenha em casa, é possível conseguir de graça uma caixa em supermercados ou outros estabelecimentos comerciais. Utilizei uma caixa de um produto eletrônico, para que a resistência fosse um pouco maior, para fazer esta casinha bem bacana para os meus filhos brincarem.
Os meus filhos adoraram participar do processo de produção da casa reciclável. O mais velho colocou sua criatividade em prática, além de demonstrar-se um excelente ajudante.

Veja como você também pode fazer!

Materiais utilizados:

Papelão;
Fita crepe;
Cola quente;
Cola branca;
Imagens da casa e personagens impressos;
EVA;
Feltro;
Papel contact transparente;
Elástico;
Um botão de roupa;
Pincel;
Papel kraft para encapar;
Tinta para artesanato;

1. Imprima o arquivo da casa da Peppa:

Telhado 
Personagens  
Decoração da casa 
Cômodos da casa

2. Recorte.

3. Corte o papelão.
 


4. Una as partes da lateral superior e inferior a princípio com fita crepe.

5. Cole as imagens do interior da casa e por cima use o papel contact transparente.

6. Una as laterais, dobrando na emenda de fita crepe, formando uma caixa. Passe cola quente nas emendas para reforçá-las.  

7. Para a divisão dos andares, encape com feltro e use cola quente. Com algumas camadas de fita crepe una as duas partes da casa, levemente espassadas (1 a 2mm), formando uma articulação, permitindo que as partes fiquem móveis. 

8. Recorte os personagens, cole-os em EVA e em seguida coloque papel contact transparente. Faça uma base com um pedaço de EVA para poder deixar o personagem em pé.

9. Encape a casa com o papel kraft. Use elástico na abertura da casa para as crianças conseguirem carregar.
Cole o elástico com cola quente, passe fita crepe e cole papel kraft por cima. Coloque um arco de elástico também entre as partes, para fazer um engate.

10. Pinte a casa.

11. Cole os detalhes da parte externa da casa. Colei também o botão para poder fechar a casa. Faça furos na parte superior para encaixar o telhado. 

12. Faça o acabamento da parte interior em feltro para esconder o papelão, usando cola quente.

Pronto! Agora é só montar a casa com os acessórios e personagens, 
posicionando-os como queira! 

É só deixar as crianças brincarem e curtirem a casa!
Compartilhe essa ideia!

sábado, 14 de maio de 2016

Vídeo apresentação dos Jogos Sr.(a) Cabeça de Batata em Feltro e Tabuleiro Bombeiro


          Trabalhar com jogos favorece a aprendizagem das crianças. Os jogos as convidam a uma participação ativa em suas experiências, pois ao jogar, as crianças exploram, perguntam e refletem sobre a realidade e as formas culturais nas quais vivem, desenvolvendo-se psicológica e socialmente. Os jogos também proporcionam às crianças oportunidades de novas descobertas e ajudam a desenvolver a criatividade pessoal de forma divertida.


   Para acessar o conteúdo dos jogos disponíveis no Espaço, clique aqui.

Link: vídeo
        

quarta-feira, 11 de maio de 2016

Vídeo Passo a Passo Gatinho em feltro


Já faz algum tempo que gravei e postei no youtube o vídeo passo a passo do gatinho  em feltro (Molde Gatinho do Vídeo), e só agora me dei conta que ainda não havia publicado aqui no Espaço.


>>Vídeo Passo a Passo Gatinho em feltro<<


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Jogo de Trilha Bombeiro


Os jogos de trilha ou jogos de percurso são excelentes para as crianças na alfabetização, pois ajudam a ampliar conhecimentos numéricos, sequenciamento numérico e operações matemáticas básicas.

O jogo de trilha do bombeiro é indicado para crianças maiores de 3 anos.


Regras do Jogo Bombeiro

Materiais: A trilha do jogo, peões que representam cada criança e um dado.
Este jogo pode ser jogado por duas a quatro crianças.

Objetivos do jogo:
·         Identificar os números;
·         Compreender a sequência numérica;
·         Realizar operações de adição e subtração por meio de jogo;
·         Desenvolver o raciocínio lógico matemático
·         Desenvolver atitudes de interação, de colaboração e de troca de experiências.

Proposta do jogo: O jogador que chegar primeiro na casa em chamas ganha. Defina quem irá começar o jogo; Cada jogador lança o dado e anda na trilha de acordo com a quantidade obtida no dado; Se o peão parar em uma casinha com um extintor, o peão sobe até o outro extremo dela; Quando parar em uma casinha com uma escada, o peão desce até a casa.

Versão já impressa em papel fotográfico emplastificada, com as regras no verso. Peões e o dado feitos artesanalmente em biscuit.




Se você gostou e tem interesse em adquirí-lo, entre em contato pelo e-mail:
ani.pov@hotmail.com